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Mostrando postagens com marcador vasos. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Vaso de suculenta
sábado, 3 de abril de 2010
Orelha-de-coelho - Cactus de páscoa
peça de Fernanda Nicácio
- Nome Científico: Opuntia microdasys
- Sinonímia: Opuntia microdasys
- Nome Popular: Orelha-de-coelho, palma-brava, opúntia
- Família: Cactaceae
- Divisão: Angiospermae
- Origem: Brasil
- Ciclo de Vida: Perene
De aspecto mimoso, devemos ter cuidado com esta palma, seus espinhos amarelos ou brancos são bastante finos, doloridos e difíceis de remover. O tronco verde é dividido em partes (artículos) com muitos pontos equidistantes (espinhos em tufos). Forma flores amarelas, isoladas nos meses mais quentes.
Pequenino, este cacto fica muito bonito se cultivado em vasos isoladamente ou em composição com outras cactáceas e suculentas. Deve ser plantado em substrato leve, com areia e regado periodicamente, sempre a pleno sol. Tolerante ao frio. Multiplica-se por estaquia dos artículos.
Fonte: Jardineiro.net
Fonte: Jardineiro.net
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sábado, 26 de dezembro de 2009
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Mini-jardins, a natureza no seu apartamento
Para alguns, ter pouco espaço em casa ou viver em um apartamento reduz as chances de cultivar algum tipo de planta. Na atualidade, este tipo de argumento é coisa do passado, pelo menos para o técnico sanitarista Ademar da Silva Brasileiro, conhecido como "mago jardineiro". Ele garante que um jardim bonito cabe em qualquer lugar. Com pouco dinheiro é possível montar microssistemas complexos em pequenos recipientes.
É o princípio da chamada biodiversão em vasos que ensina que, quanto maior a diversidade de elementos, maiores as oportunidades de troca, equilíbrio e produtividade na natureza. Por isso, Silva aconselha o plantio de diferentes tipos de espécies em um mesmo local. Os nutrientes dispensados por uma folhagem podem ser aproveitados por outra, limpando o solo e deixando a terra mais fértil.
O mago atualmente realiza uma pesquisa com pés de araucária. Ele planta as mudas em pequenos vasos e cultiva a árvore com os mesmos métodos aplicados nos bonsais japoneses. No final do ano já irá vender os primeiros pinheiros. As pessoas poderão enfeitar para o Natal árvores de verdade. Durante três anos podem utilizar a mesma araucária, explica. Depois desse período ela pode ser transferida para outro espaço com terra suficiente para o desenvolvimento das raízes.
Ele também faz minijardins com plantas aquáticas, que enriquecem projetos de paisagismo. Além disso, produz mudas de diferentes flores em garrafas PET e até em botas velhas. Não há desculpa para não fazer. Montar um minijardim em casa é uma boa oportunidade de mostrar a importância da natureza para as crianças. Ainda pequenos eles podem aprender o ciclo ecológico de cada planta e passar os ensinamentos para os amigos.
Para a criação de um pequeno jardim podem ser utilizados potes, pratos, garrafas, sapatos, sacolas ou latinhas. Sugiro que sejam usados vasos sem furos, pois evitam uma série de transtornos e até diminuem a necessidade de regar com frequência, evitando a famosa água parada, que pode ser foco da criação de mosquitos, explica o profissional. Para um jardim rico em espécies é aconselhável um recipiente de aproximadamente 30 centímetros de diâmetro por 15 de altura.
Fonte: Secovipr
Preço: R$69,00
domingo, 6 de dezembro de 2009
Mais dos grandes vasos de suculentas do Ateliê do Barro
Especificações:
- diâmetro de cerca de 34 a 40 cm
- Preço: de R$180,00 a R$280,00
detalhe do vado central
detalhe do vaso à direita
sábado, 28 de novembro de 2009
Grandes vasos com mini-jardins de suculentas
Esses vasos de mini-jardins da Fernanda Nicácio estão maravilhosos! Eles medem cerca de 40 cm de diâmetro e as cores e texturas diferentes das suculentas que ela usou são a cereja do bolo!
clique nas imagens para vê-las ampliadas!
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Vaso de ripsális
vaso de cerâmica de ripsális
Essa espécie de ripsális tem uma sensação gostosa ao toque...
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domingo, 22 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
Vasos e Mini-jardins de Suculentas
Mini-jardins e vasos de suculentas do Ateliê do Barro
- Curiosidade:
Esse vídeo é uma reportagem muito interessante do jornalista José Vieira Neto sobre uma fazenda de cactus na Paraíba.
"O convite me foi feito por um amigo, intrigado uma placa à beira da estrada que anunciava: Cactus e suculentas importados. Nada demais se a placa não estivesse no sítio Riacho de Pedras, no alto sertão da Paraíba. O Vidarretada aceitou o convite, foi conferir e se surpreendeu com a qualidade, quantidade, diversidade e origem dos cactus e suculentas. Vale a pena conferir este vídeo. Mais reportagens no site www.vidarretada.com.br ."
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Vaso Seja Feliz
- "Não há uma estrada real para a felicidade, mas sim caminhos diferentes. Há quem seja feliz sem coisa nenhuma, enquanto outros são infelizes possuindo tudo".
- - Autor: Luigi Pirandello
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Garrafa, copos e vaso de cerâmica
O prato em formato de flor completa esse arranjo de peças esmaltadas. O enfeite "sorte" dá um toque a garrafa e a suculenta traz o jardim para sua sala.

Curiosidade:
Sirkka Kannusmaki faz plantas das famílias dos Cactos e Suculentas em feltro, mas com tanta perfeição que parecem de verdade! Veja mais destas preciosidades em seu site.
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domingo, 8 de novembro de 2009
Vaso de Orquídea
vaso
É possível encontrar orquídeas em praticamente todas as partes do mundo, desde o Ártico até os Trópicos; contudo, é nas regiões mais quentes da Terra que elas ocorrem em maior abundância, não só em número como em variedade de formas. Podem ser encontradas desde o nível do mar até mais de 4000 m, mas são mais frequentes em altitudes entre 500 e 2000 m.
Muitas orquídeas, especialmente as do Ártico e das regiões temperadas, crescem no solo e são, portanto terrestres; nas zonas tropicais e subtropicais, a maioria, pelo contrário, cresce sobre árvores ou nas rochas e são chamadas epífitas.
Fonte: Orquidário purpurata
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Florestas de suculentas
Esse trecho de um texto do Blog "Florestas de Suculentas" é muito poético e exprime a minah sensação com minhas suculentas.
"Um certo dia, aproveitando um vaso velho e feio que lá havia, plantei-o com suculentas diversas, todas as epécies que tinha. Não lembro ao certo todas as espécies que usei, mas certamente tinha Graptopetalum paraguayense, Kalanchoe tubiflora, Kalanchoe blossfeldiana, Kalanchoe pinnata, Portulaca oleracea, Sedum dendroideum e uma muda jovem de Crassula argentea. Não lembro ao certo, mas é provável que também tivesseHuernia keniensis, Talinum paniculatum e uma espécie de Graptoveria bastante comum, mas que não sei indentificar.
Fiquei muito curioso para saber qual seria o resultado depois que elas crescessem, mas já sabia que seria bonito. Mas, além disso, algo me supreendeu: Olhando para o vaso, bem de perto como eu gostava de fazer, ele dava a impressão de mostrar uma floresta em miniatura, como aquelas que eu via nos documentários. O aspecto ‘arbóreo’ do Sedum dendroideum e dos kalanchoes me remetia à imagem de um arvoredo que compete por luz, fazendo crescer seus galhos segundo a sua natureza e as adversidades do ambiente (competição com outras suculentas), e com suas estratégias de sobrevivência originais. No inverno floresceram o Kalanchoe blossfeldiana e oGraptopetalum paraguayense, no verão a Portulaca oleracea. E o Kalanchoe tubiflora dava um jeito de se reprouzir lançando suas gemas adventícias. Eu podia passar um tempo longo olhando para aquilo e imaginando uma floresta. Mais ainda: podia até imaginar a voz de um narrador de documentários descrevendo cada espécie de ‘árvore’ daquela floresta, suas estratégias de sobrevivência. Não tinha, contudo, ainda nenhuma espécie animal que eu pudesse notar, exceto algum caracol ou baratinha de horta ocasionais."
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Mini-jardim de Ripsális e outras dicas
Mini-jardim de suculentas, com ripsális ou (cactus macarrão)
Tolera bem sombra, com momentos de claridade ou sol durante o dia. Traz a natureza para sua sala ou sua varanda.
Curiosidade sobre a ripsális:
Jardim vertical - ideal para espaços pequenos, os jardins verticais agregam valor e promovem o belo, elevando as plantas à altura dos olhos. Não há como não notá-las, sendo a ripsális ideal para esse fim.
Fonte: Blog de paisagismo
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Libélula de cerâmica - detalhe no vaso de Ripsális
Nome Científico: Rhipsalis baccifera
Sinonímia: Cassytha baccifera, Cactus parasiticus, Rhipsalis cassytha
Nome Popular: Ripsális, Cacto-macarrão
Família: Cactaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Cosmopolita tropical
Ciclo de Vida: Perene
Habitualmente observado em árvores antigas, inclusive nas grandes cidades, o ripsális é um cacto diferente. Exige cuidados parecidos com os das outras plantas epífitas. Verdinho, ele é uma ótima folhagem para composições com orquídeas, bromélias e samambaias. Seu caule é composto de várias partes (artículos) que se ramificam. Produz frutinhos redondos no verão que atraem os passarinhos.
Deve ser cultivada em substrato para epífitas, em vasos, árvores e paredes de pedra, sempre à meia-sombra e regado a intervalos regulares. Tolerante ao frio. Multiplica-se por sementes e por estaquia.
Fonte: jardineiro.net
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Ateliê do Barro na Casa Cor 2009
Os 15 anos da Casa Cor Minas Gerais terão um palco de gala: a Pampulha, região nobre da cidade, e um dos cartões postais de Belo Horizonte. O evento, que será realizado de 19 de Agosto a 4 de Outubro, ocupará duas casas de épocas diferentes, localizadas na orla mais charmosa e sofisticada da capital mineira, entre o Iate Tênis Clube e a Casa do Baile, dois projetos assinados pelo arquiteto Oscar Niemeyer. O Ateliê do Barro está presente na Casa Cor com várias peças da ceramista Fernanda Nicácio no espaço Espaço Ambiente Varanda da Lagoa de Mariana Borges e Thaysa Godoy.
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